Kidoairaku – peixe incomparável!

Após muitas comilanças, o blog sofreu uma verdadeira hibernação para que eu pudesse me recobrar de toda a loucura destes últimos 3 meses. Sem maiores delongas, já aviso que sou uma planejadora obsessiva-compulsiva e só o fato de planejar o itinerário de viagem à Europa exauriu meus pobres neurônios (Freud não explica). Aí vieram as férias propriamente ditas e fiquei quase 20 dias no paraíso – mas completamente offline – e depois mais estresse quando surgiu a oportunidade de mudar de emprego. Não é fácil conseguir trabalhar no que se quer, e batalhei para conseguir a transferência. Agora que está tudo certo, continuemos!

Para começar, nada melhor que um aperitivo, então vamos às comilanças! Após ouvir muito bem de um restaurante japonês modesto e despretensioso – leia-se minúsculo e bagunçado -, resolvi deixar de lado a culinária chinesa e voltar às raízes, almoçando no Kidoairaku!

Kidoairaku - ambiente

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Temaki de Enguia

Temaki é um cone de arroz avinagrado e adocicado envolto por uma folha de nori (alga) e recheado com qualquer coisa que você quiser. Por exemplo, um temaki de salmão tem recheio de salmão (não! sério?). Os temakis andam em moda ultimamente desde a popularização da culinária japonesa no Brasil. Eu me lembro quando eu era pequena as pessoas me perguntavam, “você come peixe cru? creeeeeedoooooo!”, e agora comer sashimi (peixe cru) é uma iguaria fina: “nossa, ele não come sashimi! que caipira!”

Enfim, hoje há várias temakerias (locais especializados em temaki) por aí, algumas com sabores bem brasileiros e que usam maionese, abacate, o diabo a quatro. Já experimentei muitos temakis, mas nunca fui muito fã. Geralmente servem cones enormes, com um pingo de recheio, muito arroz – arroz mal temperado, diga-se de passagem – e nori mole e borrachento. Não é o caso do restaurante Kuroshio. Continuar lendo